segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Dar ou não dar

Hoje em dia, partimos do principio que não nos devemos dar a ninguém para depois não sofrermos, quando ou, se esse alguém nos rejeitar, há quem viva horas, há quem viva dias, há quem viva anos assim, mas o facto é que nos "enganamos" a todos, uns aos outros.

O dar não é nada mais do que demonstrar todas as nossas forças todas as nossas fraquezas sem esconder as nossas fraquezas, sem esconder as nossas forças com o receio de ser impetuoso e incisivo na análise das situações que possam ocorrer e sem esconder a nossa fraqueza do demonstrar que somos frágeis e  inseguros. Em ambas as situações podemos sofrer, o ser moderado ou o esconder os pólos, negativo e positivos, leva-nos a ser um "falso" moderado, um falso porque não é o verdadeiro "eu" que esta a ser mostrado, mas sim um "eu" fantasiado e delineado por o "bom senso" que não deveria existir, mas por base sempre foi o que foi demonstrado ser o melhor a seguir.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

PT/OI/Rioforte

Bom dia, hoje mais notícias irão surgir relativamente a situação que atravessa a PT, um "problema financeiro" grande, que se calhar até nada tem a ver com quem trabalha para esta grande empresa, que por ventura até é o meu caso. Confirma-se a cada dia com mais exactidão que ... houve negligencia na gestão desta grande empresa Portuguesa, talvez a maior... devido aos erros nos investimentos, principalmente numa empresa financeira chamada RIOFORTE que... investiu os cerca de 900 Milhões de euros não se sabe bem onde... e está a demorar muito tempo a saber-se....uma questão que se pode colocar é: o CEO da PT não sabia? ... é uma questão que só tem uma resposta, claro que sabia, contudo, nunca dirá que sabia, porque isso levanta questões morais e até politicas, o interessa do BES na PT é de longa data as negociatas de investimentos têm muitos anos. o BES caiu.... desapareceu... e a PT esta a preparar-se para isso, sinceramente, nunca pensei que isso fosse acontecer, até porque, a empresa PT é muito muito grande, tem muitos departamentos, e tem muito capital a entrar dos clientes, grandes clientes, pequenos clientes, etc. Vai fazer 13 anos que estou cá, trabalho e acredito nesta empresa, acredito no trabalho das equipas onde estou inserido acredito nos produtos que vendemos, porque na realidade são os melhores, não quero acreditar é, no caminho que estamos a tomar, a Golden Share detida pelo estado, até certo ponto, protegia esta empresa, diz a concorrência que não devia proteger e eu compreendo isso, contudo a concorrência, nunca chegará a qualidade dos nossos serviços e ao nosso "know how", é lamentável também que o nosso conhecimento ou parte dele esteja a ser transferido para a "NOS", e isso acontece porque houve um "desmazelamento" por parte dos gestores em querer manter o que de melhor tinhamos na empresa, retirando-se a importância ao trabalho realizado por essas pessoas e a revolução que sempre fizeram desde que começaram cá a trabalhar... azar nosso, perdemos gente capaz trabalhadora, e importamos robots e "pessoal pressionável" através de empresas como a EGOR e a MANPOWER outsourcing muito fácil de exigir cada vez mais e pagar cada vez menos, optimizando a produção e o lucro da empresa para que os accionistas verificassem os bons resultados. Admito que o meu conhecimento é muito restrito, não conheço a empresa toda só partes dela mas estas partes que conheço denotam uma forte "desindividualização" da estrutura da empresa, e hoje em dia cada vez mais somos números, o que fazemos, tem de ser quantidade e não a qualidade, isso já não interessa para nada. A pergunta do final do dia é ... quantos fizeste? .. se o resultado foi bom dizem...nada. Não dizem nada!

Ébola - artigo Jornal Publico

Vírus Ébola: o embuste MANUEL PINTO COELHO 04/09/2014 - 01:34 Ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial. Tem tanto de extraordinária como de caricata a histeria que vai por esse mundo por causa da “catástrofe” provocada pelo vírus Ébola. A imprensa internacional fala de 1229 mortos entre Março e Agosto de 2014. Ora bem, se consultarmos a página da OMS sobre este assunto, veremos que na realidade foram 788 os casos de óbito formalmente identificados como causados pelo vírus Ébola, um número bem inferior aos 1,2 milhões de mortes causadas pela malária (paludismo). O número remanescente limitou-se a traduzir os casos “suspeitos” ou “prováveis”. As imagens televisivas com que fomos recentemente presenteados, mostrando-nos técnicos de saúde, quais marcianos envergando complexas máscaras junto de doentes suspeitos, são totalmente insensatas e dignas de um mau filme de ficção científica. É importante saber-se que o vírus Ébola não se transmite com facilidade. Para haver transmissão do vírus, tal como acontece com o vírus da SIDA - o VIH - é necessário um contacto direto com um líquido biológico do doente, como o sangue, as fezes ou o vómito. O vírus Ébola é sobretudo perigoso quando mal acompanhado. Como os doentes infetados morrem de desidratação ou de hemorragias, então o tratamento consiste logicamente na hidratação e/ou transfusão sanguínea, e não na administração de uma qualquer vacina ou hipotético medicamento. Como a solução contra a epidemia consiste essencialmente em respeitar medidas simples usando o bom senso - higiene, boa nutrição, vitaminas C e D nas doses adequadas -, a verdadeira prioridade nos países tocados pelo flagelo, deveria ser criar infra-estruturas médicas de forma a fornecer aos doentes os cuidados médicos de base. Seria bom que se soubesse que não há qualquer transmissão por via aérea, ou seja, quando uma pessoa fala ou tosse, não vai espalhar o vírus pelo espaço aéreo circundante. Assim sendo, ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial. Semear o pânico pode ser um negócio muito lucrativo que importa desmontar. Veja-se o que se passou ainda recentemente (2005) com a “pandemia iminente” da “gripe das aves”. Através da sábia manipulação da opinião pública, a consequência foi uma totalmente desnecessária vacinação em massa da população com o consequente enriquecimento de alguma indústria farmacêutica por um lado, e esvaimento dos cofres públicos em muitos milhares de euros em vacinas usadas e… não usadas, por outro. O antiviral “milagre” Tamiflu limitou-se tão-só a reduzir a duração dos sintomas em menos de um dia, sem conseguir limitar minimamente as hospitalizações. Os títulos sensacionalistas martelados por alguma imprensa nas últimas semanas não fazem qualquer sentido. Importa que não nos deixemos submergir pela informação viciada e pela mentira. A reação totalmente excessiva face a este problema corre o risco de provocar uma catástrofe humanitária de dimensões bem superiores à provocada pelo próprio vírus Ébola. A medida tomada recentemente pelo governo da Serra Leoa, que interditou o albergue e os cuidados dados a estes doentes – única forma de os salvar -, mimoseando com a pena de dois anos de prisão os seus infractores, bem como uma outra tomada pelo governo da Libéria, ordenando aos soldados que atirassem a matar sobre as pessoas que procurassem passar a fronteira como forma de impedir a propagação da epidemia, é inacreditável. O mito dum passageiro africano infetado pela doença, no avião, que poderia infetar o país europeu onde desembarcasse é da mesma forma totalmente irrealista e traduz uma total ignorância sobre a realidade do vírus Ébola. À semelhança do que se passou com a “gripe das aves” importa não enviar camiões de vacinas ou medicamentos para África ou para onde quer que seja. Tal servirá unicamente para enriquecer alguns laboratórios farmacêuticos. A psicose informativa vigente, reprimindo as populações e isolando dezenas de milhares de infelizes criaturas, homens, mulheres e crianças, postos em quarentena na Libéria com medo dum contágio que nunca acontecerá se não houver contacto direto com os líquidos orgânicos do portador da doença, tem de ser urgentemente desmontado e desmascarado. Não podemos aceitar a reedição dum negócio das arábias à custa da boa fé ingénua e da desinformação do incauto cidadão.